Se você já pediu orçamento de site, deve ter recebido números que vão de quase nada a muitos milhares de reais. Ninguém está mentindo. O que acontece é que as pessoas vendem coisas diferentes com o mesmo nome: "site".
Neste artigo você vê os quatro jeitos mais comuns de ter um site, o que quase sempre fica de fora do preço, como comparar orçamentos sem se perder e quanto a Wefox Tech cobra. Os valores de mercado que citamos são faixas gerais, só para dar uma noção. Eles mudam de lugar para lugar e de ano para ano, então peça orçamentos de verdade antes de decidir.
Os quatro jeitos de ter um site
1. Fazer você mesmo num criador de site
Existem serviços em que você escolhe um modelo, troca as fotos e os textos e publica. Em geral, é uma assinatura mensal que vai de poucas dezenas a algumas centenas de reais, conforme o plano.
A vantagem é a rapidez e o preço baixo para começar. O ponto fraco é o seu tempo: você precisa aprender a ferramenta, escrever os textos, escolher as fotos e ajeitar a página no celular. Como o modelo é parecido com o de muita gente, o site também tende a parecer o de todo mundo. E ninguém avisa se ele está trazendo cliente ou não.
2. Pedir para alguém conhecido
O sobrinho que mexe com computador, um amigo, um profissional autônomo. Em geral, o valor é cobrado uma vez e fica na casa de alguns milhares de reais, podendo ser bem menos entre amigos.
A vantagem é o preço único e o contato direto. O risco é depois que o site fica pronto. Quem paga a hospedagem? Quem renova o endereço? Quem muda o telefone quando ele muda? Se a pessoa mudar de rumo ou sumir, o site fica parado, e muita gente descobre isso só quando o site sai do ar.
3. Contratar uma agência ou um desenvolvedor
Para sites maiores, com muitas páginas, ou para sistemas, esse é o caminho. O valor também costuma ser cobrado de uma vez e começa em alguns milhares de reais, subindo conforme o tamanho e a complexidade do projeto.
A vantagem é a equipe e o cuidado com cada detalhe. O ponto de atenção é o contrato: veja o que acontece depois da entrega, quem mantém e quanto custa cada mudança.
4. Assinar um serviço com tudo junto
É o modelo da mensalidade: você paga todo mês e o fornecedor cuida do site, da hospedagem, da manutenção e, dependendo do plano, de mais coisas. Foi o modelo que escolhemos para o plano de site da Wefox Tech.
A vantagem é que o custo inicial é baixo e ninguém precisa lembrar de renovar nada. A desvantagem é honesta: se você fizer a conta de vários anos, a soma das mensalidades pode passar o valor de um site pago de uma vez. A diferença está no que vem junto, e no fato de que, se você parar de pagar, o site sai do ar.
O que quase sempre fica fora do preço
Quando alguém diz "o site custa tanto", pergunte o que está dentro. Estas são as coisas que mais costumam ficar de fora:
- O endereço na internet (domínio). É o seu seunegocio.com.br. Costuma ser renovado todo ano, por um valor na faixa de algumas dezenas de reais.
- A hospedagem. É o lugar onde o site mora. Cobrada todo mês ou todo ano, conforme o plano contratado.
- O certificado de segurança. É o cadeado que aparece no navegador. Hoje deveria vir sem custo extra, mas confirme.
- Os textos e as fotos. Se você não tem, alguém precisa fazer. Isso pode custar à parte.
- A manutenção. Trocar um telefone, um horário ou um preço. Alguns fornecedores cobram por mudança.
- A ficha do Google. É o seu negócio no mapa, com endereço, horário e telefone. Muita gente fecha o site e esquece dela.
- O relatório. Saber quantas pessoas chamaram pelo site. Sem isso, você nunca sabe se o site compensou.
Como comparar orçamentos sem se perder
Faça as mesmas perguntas para todo mundo e anote as respostas lado a lado:
- O endereço fica no meu nome?
- Quem paga a hospedagem e a renovação, e quanto custa por ano?
- Se eu quiser sair, o que acontece com o site?
- Quanto custa mudar um telefone, um horário ou uma foto?
- O site vai aparecer no Google quando alguém procurar o meu serviço?
- Como vou saber se o site está trazendo cliente?
- Em quanto tempo ele fica pronto?
Um orçamento que responde tudo isso em linguagem simples vale mais do que um barato que deixa dúvidas. Repare também no tom: quem promete "primeiro lugar no Google" ou "cliente garantido" está prometendo o que ninguém controla.
Quanto custa na Wefox Tech
Aqui o modelo é a mensalidade, em três planos. Todos têm entrada de R$ 347, paga uma vez, e o plano anual tem 20% de desconto sobre o mensal.
- Vitrine: o site completo, com blog, a ficha do Google configurada e um relatório mensal de quantos chamaram. R$ 497 no mensal, ou R$ 397 no anual.
- Loja: a Vitrine mais um artigo novo por semana e o CRM dos seus contatos. R$ 647 no mensal, ou R$ 497 no anual.
- Movimento: tudo isso mais a gestão dos seus anúncios no Google. R$ 1.797 no mensal, ou R$ 1.437 no anual. A verba do anúncio você paga direto ao Google.
No plano mensal não há fidelidade: você cancela quando quiser, e o site sai do ar. Se o seu projeto é grande, com muitas páginas ou um sistema próprio, o caminho é outro: ele é orçado e pago de uma vez.
E então, quanto custa?
A resposta curta: depende do que você escolhe e do que vem junto. Um site barato que ninguém mantém pode sair caro. Um site completo, que aparece no Google e mostra quantos chamaram, custa mais, mas se paga quando traz cliente.
Antes de decidir, faça as sete perguntas acima. E se quiser comparar com o nosso, veja os planos ou fale com a gente no WhatsApp. A gente responde no mesmo dia.
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